Como isso só serve pra eu ler no futuro tá ótimo
Ler Deleuze é uma experiência ótima, ainda mais em contextos diferentes, você perceberá diferentes coisas, em diferentes momentos etc etc... apesar de não ser simples e pretender ser conciso (coisa que ele não é) o texto dele permite uma viagem tão, tão grande, que você é capaz de fazer inúmeras criações a partir do que estava escrito, portanto está aberto.
O legal é que ele tem "servido" para várias coisas para mim, e qualquer lembrança dele, às 8 da manhã, ou as 5 da madrugada, ou sofrendo com o timão ou vendo o programa do tio Silvio, já está sendo possível.
O fato é que um devir dorminhoco me assola nesse momento, onde juntamente com obrigações de uma formação de realidade molar, fazem que neste momento eu queria esgoelar este senhor fazer que jaz em um caixão em Viscenes.
Como às 5 da manhão vou organizar uma idéia decente deste cara para apresentar para duas pessoas diferentes logo e mais. Como juntar tudo isso em uma forma mais metodológica e menos artisticas (justamente o oposto de um desejo deleuziano de minha pessoa).
Sei que um devir sonolento é ótimo para minha pessoa no momento de interpretar o referido senhor. Obviamente que devires não são somente bons, como por exemplo o devir-animal da minha cadela que passou mal agora e o devir sonolento da veterinária que atendeu o telefone as 4 da madrugada.
E como eu estou meio sozinho nessa cartografia deleuziana, tenho mais possibilidade de ser inventivo sobre as idéias do cara, sem a rigidez molar, que os chatos chamam de rigor cientifico ou metodologia. Por outro lado posso estar escrevendo muita merda, inclusive o que eu escrevi a pouco sobre a Mafaldinha, inclusive por ser 5 da manhã e eu como um bochechudo rapaz hiperativo venho escrever nesse blog que nunca escrevo, sobre uma coisa que ninguém, apenas como pretexto para falar da minha cadela.
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